Arquivo para março 2010

Parabéns pra nós!

Atividades do dia 27 de março de 2010

por Anna Gabriela N. C. de Oliveira e Laís Giardullo de Araujo

27-03 075O dia começa muito feliz. Apesar de não estar o sol da semana passada, todos estão muito animados.

Novos voluntários não param de chegar! A Patrícia fez uma breve reunião com os novos voluntários explicando o projeto, contando histórias…Todos estavam com muita vontade de começar!

Na quadra, bolas de vôlei, futebol, bambolês…E muitos sorrisos!Várias atividades foram realizadas, dentre elas, futebol, uma brincadeira com bolas de vôlei e handebol.

Enquanto isso, Denise, professora de Química no Colégio Bandeirantes, ensinava Yoga aos pais dos participantes. Começou contando um pouco sobre o objetivo e os benefícios da atividade, ressaltando que a Yoga não é uma competição, ou seja, não existe melhor ou pior. Depois, ensinou diversas posições de relaxamento, explicando como cada uma ajudava a chegar ao bem estar físico e mental. Ao final dos diversos exercícios, os participantes contaram suas impressões e sentimentos. “A coisa mais importante foi o objetivo alcançado, de que por pelo menos alguns minutos pudemos ser nós mesmas, quando podemos parar e nos expressarmos. A técnica usada pela professora também foi muito boa, pois, apesar de as mães serem diferentes entre si, todas aproveitaram a aula” disse Maria José, mãe de Rafael.

Um pouco antes do intervalo (ou melhor, do “lanchinho”), que chuva!! As meninas da organização correram para arrumar a mesa – que foi carregada, na chuva, pelos meninos. Em cima da mesa, tinham bolachas, sucos, brigadeiros e um bolo maravilhoooso com uma velinha toda colorida, vela que nós acendemos e cantamos parabéns para a Ong VIDAS, uma festa! O bolo estava tão bonito que até demoraram a cortar, com direito até a piadinhas (“Isso não é bolo não, é pavê ! Só pra ficar olhando” ), mas, no final, todos comeram bastante e ficaram bem satisfeitos!

IMG_2198Após o intervalo, a professora Claudia Cris, de Educação Física, começou a brincar de Tangram com as mães. O Tangram consiste em um jogo onde você deve criar diversas figuras com as únicas sete peças do conjunto. A professora propôs vários desafios para as mães e depois mostrava a resposta para as que não conseguiam.

As crianças continuaram brincando na quadra, não parando nem um minuto (!) até o dia acabar… Passou tão rápido! Mas sábado que vem tem mais.

Dia 20 de março – Dia do MUITO!

por Anna Gabriela N. C. de Oliveira e Barbara Rezende Ribeiro

21O dia começou com MUITO sol, MUITOS voluntários, MUITA empolgação e MUITO atraso.

Vale a pena lembrar de que é muito importante chegar na hora combinada para que não atrase toda a programação da V.I.D.A.S. Esse é um problema que precisa ser cuidadosamente avaliado, pois o transporte de deficientes físicos não é tão simples, mas é necessário cumprir a agenda.

Fora os voluntários, o primeiro esporte começou somente com o Gabriel, o Guilherme e a  Stefany. O esporte adaptado de hoje foi novidade tanto paras as crianças quanto para os voluntários, um misto de “pega pega” com rugby, e depois “pega pega” com cordas.

A V.I.D.A.S tem quatro projetos em desenvolvimento hoje: o Projeto Convivência Esportiva, composto por muitas atividades físicas e esportivas para as crianças e adolescentes; o Projeto Pais, onde são oferecidas oficinas de sensibilização, expressão corporal , artesanato….: em uma das salas, o diretor de teatro Kleber Mazziero (www.klebermazziero.com.br) e algumas voluntárias e mães combinavam a pequena peça de teatro que fariam para entreter as crianças; o Projeto Irmãos, com atividades de recreação para os irmãos dos participantes; e, finalmente, o Projeto Sensibilização, voltado para professores, funcionários e alunos do Colégio Bandeirantes, com objetivo de tornar a comunidade Bandeirantes ainda mais atenta ao mundo que a cerca.

Na 20hora do lanche, com abundância em chocolate e patê (não chocolate COM patê), já tínhamos a companhia de mais crianças como o Thales, a Gabrielle, o Pedro Henrique, o Kaique, o David, a Andreza e a Ana Laura. Após o lanche todos voltaram às atividades esportivas, com todas as crianças participando, os pais assistindo e os voluntários recarregados.

O dia chega ao fim com a mesma animação do início. Esperamos a mesma energia no próximo sábado!

MARAvilhosa GABRILLI

(Talvez esse título seja meio brega – não sou muito boa de títulos: os títulos dos dois outros textos foram dados pelo Gleney, pronto, confessei!!). Mas a Mara é mesmo maravilhosa!! Então esse é o título escolhido.)

mara gabrilliLogo que surgiu a idéia da V.I.D.A.S, uma das primeiras pessoas que pensei em procurar foi a Mara Gabrilli**, já que sabia que ela tinha sido aluna do Band. E lá fui eu mandar um email para agendar um horário: isso em novembro de 2009, e consegui um horário para março de 2010.

No mesmo dia que enviei o email já recebi a resposta das assessoras da Mara, me convidando para ir ao gabinete conversar com elas ainda em 2009, pegar material, ir adiantando as coisas antes de março. E nesse mesmo dia, à noite, a Mara me escreveu pessoalmente dizendo que “adoraria coloborar com a minha ong” e pedindo desculpas por só ter um horário em março. Pra mim, que acredito e invisto em primeira impressão, a marca foi forte. Em dezembro fui ao gabinete conversar com a Aline Morais (não, não é a da novela), responsável pelas Relações Institucionais do gabinete da Mara, e com a Ariana Chediak, do Instituto Mara Gabrilli. E a agradabilíssima conversa foi também uma aula. Aprendi demais, tomei várias decisões naquele dia mesmo, decisões essas que mudaram um pouco o rumo inicial da V.I.D.A.S. Mudaram pra muito melhor!!

E o dia 18 de março de 2010 chegou. Confesso que estava apreensiva, preocupada em passar a todos a ótima primeira impressão que eles tinham causado em mim. O Breno Siviero, queridíssimo ex-aluno do Band, delegado do diretório do PSDB do Jardim Paulista, membro da juventude tucana, e grande coolaborador da V.I.D.A.S., foi comigo. E toda a minha apreensão passou nos primeiros segundos, quando a Mara me recebeu com um delicioso sorriso e me acolheu com uma simpatia contagiante. Sem se mexer, literalmente, ela iluminou o ambiente, preencheu cada centímetro daquela sala, me encantou. Que exemplo, que simplicidade, que força, que prazer, adorei! Ela visitará o Band em breve, “pra matar a saudade”, segundo ela, e também disse que viria acompanhar as atividades da VIDAS em um sábado. Que honra!! Saí de lá muito feliz, energizada, forte, pronta pra qualquer desafio.

O início da coluna “Páginas Vermelhas”, da edição 53 da Revista TPM, descreve muito bem quem é a Mara: “Aos 26 anos ela ficou tetraplégica. Desde então, não parou mais de se mexer. A história de Mara Gabrilli poderia ser apenas inspiradora. Mas talvez seja mais do que isso. Talvez ela nos mostre que sentir dor, e dar ao sofrimento uma cadeira cativa na sala de nossas emoções, possa ser uma das melhores coisas da vida.”

** Mara Gabrilli é publicitária, psicóloga, colunista de revista, empreendedora social, ex-secretária municipal e vereadora na Câmara de São Paulo. Ela tem hoje 42 anos e ficou tetraplégica em 1994 por causa de um acidente que quase lhe custou a vida. Fundou, em 1997, a ONG Projeto Próximo Passo para promover pesquisas para cura de paralisias, promoção do Desenho Universal e atletas com deficiência. Hoje chamado Instituto Mara Gabrilli, tem a PPP como um de seus braços apoiando 90 atletas. No âmbito político, Mara foi a primeira secretária da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (2005/2007) da cidade de São Paulo . Em atuação na Câmara Municipal de São Paulo desde fevereiro de 2007, foi a segunda melhor avaliada entre os 55 vereadores paulistanos, por estudo da ONG Voto Consciente. No quesito Coerência – o cumprimento das propostas feitas na campanha – teve a maior nota: 9,53. Em 2008 foi reeleita com 79.912 votos, sendo a mulher mais votada do Brasil e a quinta entre os 55 vereadores paulistanos.

Mara Gabrilli escreve uma coluna mensal para a revista TPM há oito anos, cujas 50 melhores crônicas foram reunidas no livro Íntima Desordem – os melhores textos na TPM (editoras Arx e Versar). Além da TPM, mantém outra coluna na revista Sentidos (editora Escala). Mara ainda foi consultora do livro Vai encarar? – A nação (quase) invisível das pessoas com deficiência (editora Melhoramentos), de Claudia Matarazzo, e colaborou com o capítulo: “Educação para Todos: uma questão de direitos humanos” no livro Educação 2010 – as mais importantes tendências na visão dos mais importantes educadores (Humana Editorial).

Comanda, desde abril de 2007, o programa de rádio Derrubando Barreiras: acesso para todos na Eldorado AM e lançou em janeiro de 2010 o Momento Terceiro Setor na rádio Trianon AM. Em reconhecimento a seu trabalho social, político, científico e, sobretudo humanista, Mara Gabrilli foi eleita Paulistana do Ano (2007) pela revista Veja São Paulo, um dos Cem Brasileiros Mais Influentes (2008) das revistas Isto É e Época, e foi finalista do Prêmio Claudia 2008 na categoria Políticas Públicas. (www.maragabrilli.com.br)

Matéria sobre a V.I.D.A.S. no site do Band

por Isaac Cattan

“Somos o que fazemos, mas somos principalmente o que fazemos para mudar o que somos”. A frase do escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano é o lema da recém fundada ONG V.I.D.A.S. (Vivência e Inclusão da Pessoa com Deficiência através de Atividades e Sensibilização).

A ONG, fundada por iniciativa da Professora Patrícia Goloni, da Cadeira de Língua Inglesa, tem como objetivo socializar crianças e jovens com deficiência física por meio  da prática esportiva adaptada. A experiência de Patrícia como mãe de Gabriel, menino portador de deficiência, e seu amor ao esporte, convergiram e desembocaram na criação da ONG.

A professora conta que, até os oito anos, seu filho tinha sessões de terapia ocupacional em casa. Mas, com o tempo, ela percebeu a necessidade de o garoto se relacionar e conhecer a realidade de jovens com deficiências como a dele. Com a falta de locais adequados em São Paulo para que ele praticasse esportes, algo que Patrícia acredita ser uma atividade positiva pelas noções de coletivo e disciplina, nasceu a ideia da ONG.

A relação de 21 anos de Patrícia com o Band possibilitou que o Colégio entrasse como parceiro, cedendo quadras poliesportivas e outros espaços destinados às atividades, que ocorrerão nas tardes de sábado. Além disso, vários professores e alunos já aderiram ao projeto, e vão colaborar voluntariamente de acordo com suas possibilidades e conhecimentos. “O carinho e a recepção sincera do projeto pelos professores tem um valor inestimável”, comemora Patrícia.

Os interessados passaram por uma capacitação no dia 27 de fevereiro, e iniciaram seus trabalhos no dia 6 de março, sábado.
Patrícia conta que a maior fonte de aprendizado sobre a realidade das pessoas com deficiência foi a sua própria experiência familiar. E sintetiza a filosofia que regerá o dia-a-dia da ONG: “O esporte, para nós, não é a finalidade do trabalho. Mas é um meio para a socialização entre os jovens e uma fonte de força para que atinjam seus objetivos”.

E eles estão chegando…

Atividades do dia 13 de março de 2010

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No nosso segundo dia de atividades, o sol está brilhando pra compensar a chuva da semana passada. Que alívio!!!

A Gabrielle não pode comparecer, pois está fazendo um campanha para angariar fundos para fazer implante de células-tronco na China (www.gabiumsorriso.webnode.com.br). O Myckaell também não veio, mas o Gabriel e o Raphael foram os primeiros a chegar. E conheceram seus novos amigos: o Pedro Henrique (Santos), o Pedro Henrique (Brandão) e a Giulia.

E os alunos-voluntários e os professores do Band, como sempre, estão aqui conosco. Hoje o Vagner, que é o professor de educação física adaptada, e que tem sido muito importante pra nós, trouxe um verdadeiro time de amigos para serem nossos voluntários: Ruth, Gildson, Isabel e Sérgio passaram a tarde conosco…e o carinho que demonstraram com os participantes nos fez acreditar que os conheciam há muito tempo, e não somente há minutos. Já entraram para o time com certeza! Fora a Adriana Santos, que surgiu não se sabe bem de onde, e tem sido grande e fiel colaboradora. Ela disse que quer aprender com a gente, mas acho que é o contrário.

Isa e Denise de química, Eduardo Maçan (sistemas), e seu filho Léo, e Fabio Gondo (sistemas) estiveram, como sempre, nos apoiando. Patrícia, Gleney, Claudia Cris e Paulo Godói (e Daniela e Theo) não saem de lá…será que eles moram no Band??!! E nosso querido Breno Siviero também compareceu. O deputado Milton Flávio, com uma baita gripe, apareceu rapidamente para nos dar um oi.

Teve também o Kleber Mazziero (que é marido da prof.a Fabiana – redação) e sua filha Laura, aluna do Band. Kleber é músico, regente, compositor, autor de livros, poesias e peças de teatro, diretor de filmes…será que ele dorme???? O Kleber nos presenteará, no sábado dia 20, com uma oficina de teatro para os pais dos participantes.

Fora o batalhão de alunos-voluntários, que mais uma vez emocionou. A idéia de convidar nossos alunos para as atividade é promover a sensibilização e a inclusão de todos, deficientes ou não. Sem título-2 cópiaMudar o olhar do nosso aluno em relação ao diferente e retirar a “capa de invisibilidade” de todos os deficientes com os quais eles venham a encontrar daqui pra frente. Queremos que se tornem ainda mais sensíveis ao mundo no qual se encontram. Essa também é a nossa missão.

Confira mais fotos das atividades do dia 13 de março

A Chuva

Atividades do dia 06 de março de 2010

061De onde vem tanta chuva??!! Não dava pra não ficar olhando pro céu e não ficar questionando… e não era chuvinha, garoinha, era chuva mesmo, daquelas. A já presente ansiedade da “estréia”, só ia aumentando conforme a chuva não só não diminuía mas aumentava cada vez mais. Ela impediu os participantes em cadeiras de rodas de comparecerem, mas “quem tinha barco e muito entusiasmo” e conseguiu comparecer teve uma tarde de muitas atividades e diversão. Os professores e funcionários do Band e nossos queridos alunos voluntários estavam todos lá, numa participação e dedicação emocionantes.

Os participantes, o Myckaell, o Gabriel, a Gabrielle e o Raphael se divertiram muito. Jogaram futebol, fizeram várias atividades e brincadeiras, suaram a camisa…rolou futebol “ajoelhado”, atividades com bola embrulhada em saquinho de supermercado (para os deficientes visuais poderem perceber onde estava a bola), pintura de crachás, tudo em total sintonia e harmonia. A alegria de todos nos deu a certeza de que estamos fazendo a coisa certa, “não por nós, mas pelas nossas crianças especiais…um exercício de acolhimento, ajudando a essas crianças e jovens a construírem seu próprio mundo, à maneira deles, do jeito deles, no ritmo deles, com o talento que eles ainda não conhecem”, segundo as palavras do Gleney. E esse processo, ainda que humildemente, já começou.

Tivemos também nosso relaxamento e nossa atividade de integração, reunindo todos os presentes antes do encerramento. 06Deficiências visuais e motoras conviveram, durante as 2 horas e meia de atividades, na mais perfeita harmonia; a deficiência foi o detalhe, a barreira a ser vencida, mas não deixamos que ela limitasse ou definisse ninguém. Por volta de 16h, o sol voltou a brilhar. Uma sinal dos deuses, segundo a professora Denise, de química, e grande colaboradora da V.I.D.A.S., de que nem tudo é fácil no início, mas que o Sol sempre brilha quando há vontade de fazer dar certo.

Veja mais fotos das atividades do dia 06 de março

Nasce uma resposta

A primeira reunião da V.I.D.A.S. mostrou aos associados e futuros voluntários a importância e o alcance do trabalho a ser desenvolvido. E a vontade de ajudar dos associados só cresce.

por Vivian Costa

Capacitação da V.I.D.A.S.Um sábado ensolarado combina com escola? Para os colaboradores da ONG V.I.D.A.S., a resposta é sim. No anfiteatro do Colégio Bandeirantes, pessoas que há muito perguntavam-se “O que eu posso fazer para melhorar o mundo?” começaram a encontrar uma nova resposta. Resposta essa que começou a surgir nas palavras da idealizadora do projeto, Patrícia Goloni Lolo, indicando uma nova forma dessa vontade transformar-se em realidade. “Acredito que minha missão seja proporcionar, à pessoa com deficiência física, oportunidades de socialização e desenvolvimento, através da prática de atividade física, esportiva e de lazer. E por que não também proporcionar, a algumas pessoas, as do Band inclusive que têm uma vida maluca, essa oportunidade. São tantos talentos naquela escola, tanta gente do bem. Acredito que muita gente tem vontade de ajudar, mas falta até tempo pra procurar essa oportunidade”.

E nesse encontro da missão de Patrícia e Gleney com a vontade de muitos a V.I.D.A.S. começou a ganhar forma: ficaram estabelecidas as primeiras metas da O.N.G e seus associados começaram a explorar as novas diferenças com as quais passarão a conviver. “Convivemos com o diferente o tempo todo e levamos um tempo para nos adaptar a ele. Para o nosso trabalho, precisaremos aprender a nos adaptar mais rápido.” Resumiu Patrícia no início da reunião. A seriedade do trabalho a ser desenvolvido ficou clara nas palavras da Dra Sandra Alves Silva, advogada especializada em terceiro setor, que destacou a importância social de entidades não governamentais. Além disso, vários aspectos da realidade das pessoas com deficiência foram abordados de forma simples e esclarecedora: os fisioterapeutas Leandro Cinacchi e Rodrigo Fazio e a terapeuta ocupacional Camila Abraão dos Santos trataram das diferentes formas de deficiência, suas principais causas, diferentes tipos de terapias, enquanto dicas de convivência foram dadas pela professora Patrícia Goloni.

Capacitação com cadeira de rodasMas a experiência não ficou só na teoria. Depois de se aproximarem dessa realidade até então pouco conhecida, os participantes desceram até a quadra do colégio e andaram vendados, orientados por um colega, e também aprenderam a usar a cadeira de rodas sob a supervisão do professor de Educação Física Vagner Martins dos Santos Junior.

No final da manhã, os futuros voluntários despediram-se certos que terão um grande e recompensador trabalho pela frente, após ouvirem as palavras do professor Gleney Lolo, também idealizador do projeto, do ilustre colaborador Deputado Milton Flávio e da Prof.a Dra Elisabeth de Mattos, da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo. As experiências trocadas nesse 27 de fevereiro foram só uma pequena mostra do que todos envolvidos nesse projeto ainda irão aprender e quanto ele beneficiará todos os seus envolvidos.

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